POLÍCIA CIVIL FECHA DUAS CASAS DE JOGOS DE AZAR EM BELÉM

A Polícia Civil fechou, nesta segunda-feira, 23, dois locais usados para exploração de jogos de azar, em Belém. Em um dos imóveis, situado na rua dos Tamoios, entre Travessa de Breves e Avenida Bernardo Sayão, bairro do Jurunas, 13 máquinas de caça-níquel foram apreendidas. No outro local,  situado na Avenida Senador Lemos, no Telégrafo, funcionava uma casa de bingo eletrônico, com uso de cartelas e computadores. A ação policial foi coordenada pela Diretoria de Polícia Metropolitana (DPM), sob comando dos delegados Silvio Maués e Marco Antonio Duarte. Seis equipes de Seccionais Urbanas da Grande Belém, com apoio de policiais civis do Grupo de Pronto-Emprego (GPE), equipe tática da corporação policial, estiveram na operação. O trabalho policial foi feito com base em denúncias anônimas ao fone 181, o Disque-Denúncia, sobre pontos de jogos de azar. 



Os policiais civis designados para a operação se deslocaram até os locais indicados de posse das informações contidas nas denúncias formuladas ao serviço 181. No Jurunas, a equipe de policiais civis coordenada pelo delegado Pery Netto, diretor da Seccional da Marambaia, localizou um imóvel com três andares, onde estavam as máquinas caça-níqueis. O responsável pelo imóvel alegou não ser o dono das máquinas que, segundo ele, haviam sido alugadas, porém afirmou não ter o contrato de locação dos equipamentos. Assim, foi lavrado TCO (Termo Circunstanciado de Ocorrência) pelo delegado Jerônimo Coelho, da Delegacia do Jurunas, por contravenção penal de jogos de azar contra o responsável pelo imóvel. Ele, em seguida, foi liberado para responder ao processo. 

CAÇA-NÍQUEIS APREENDIDOS
Já no bairro do Telégrafo, equipes policiais coordenadas pelos delegados Daniel Castro, Aldo Botelho, Paulo Renato Pinto e Armando Mourão abordaram uma casa de bingo eletrônico. No local, havia mais de 50 pessoas, que faziam apostas em dinheiro. No momento da chegada dos policiais, todos os ocupantes foram informados que as atividades estavam encerradas. Os equipamentos para os jogos ficaram no próprio local, enquanto o responsável pela casa de jogos foi conduzido para a Divisão de Polícia Administrativa (DPA), na Delegacia-Geral, para verificação, já que ele alegou ter liminar judicial expedida pela Justiça Federal de Brasília (DF), autorizando o funcionamento do local. O documento junto com o depoimento dele serão encaminhados para a Polícia Federal para posterior averiguação.

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