MAIS DE 400 QUILOS DE DROGAS APREENDIDAS SÃO INCINERADOS
Cerca de 300 quilos de maconha e 120 quilos de cocaína foram incinerados, na manhã desta terça-feira, dia 28, na sede da indústria Copala, no bairro do Guamá, em Belém. As drogas resultaram de operações policiais de repressão ao tráfico de drogas no Estado, sob comando da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), unidade vinculada à Divisão de Repressão ao Crime Organizado (DRCO), da Polícia Civil.
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Em 2010, a DRCO apreendeu mais de uma tonelada de drogas em 12 operações realizadas na capital, região metropolitana e interior do Estado. Por volta de 10h, viaturas da DRCO com apoio do GPE (Grupo de Pronto-Emprego) conduziram as drogas até a sede da indústria. A destruição das drogas foi procedida mediante autorização judicial. Após a chegada ao local, as drogas foram submetidas à perícia feita por profissionais do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves. Após o trabalho, as drogas foram levadas até fornalhas onde foram incineradas.
Estiveram presentes o secretário de Estado de Segurança Pública, Geraldo Araújo; o delegado-geral da Polícia Civil, Raimundo Benassuly; o diretor de Polícia Especializada, Neyvaldo Silva; a superintendente regional do Baixo-Tocantins, delegada Andrezza Franco; o diretor da DRCO, delegado João Bosco Rodrigues; o diretor da DRE, Hennison Jacob, e representantes do Ministério Público Estadual e Conselho Estadual de Entorpecentes. As drogas incineradas correspondem a três operações policiais efetuadas no nordeste do Estado, principalmente, nas regiões conhecidas por Piriá e Triângulo do Capim, e ainda na região de Abaetetuba, nordeste paraense.
De acordo com o delegado João Bosco Rodrigues, a meta é dar continuidade às operações policiais de combate ao tráfico de drogas até o final do ano. “Mais ações policiais devem acontecer”, afirma. Para o secretário de Estado de Segurança Pública, os resultados de apreensões de drogas e prisões de traficantes no Estado, fruto da repressão ao tráfico de drogas feito pelas Polícias Civil e Militar, são positivos para o Estado. “Só quem tem a ganhar com isso é a sociedade, pois todos sabem os malefícios que a droga gera”, conclui, ao ressaltar que o combate ao tráfico de drogas tem reflexos diretos na redução de outros crimes, como roubo.
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