TÉCNICO DE INFORMÁTICA É CONDENADO A 36 ANOS POR HOMICÍDIO

Após seis horas de julgamento o técnico de informática Marcelo Lutier Sampaio, de 38 anos, foi condenado a 36 anos, sendo negado o direito de recorrer em liberdade, pelos crimes de ocultação e vilipêndio de cadáver. A decisão acatou a acusação do promotor de justiça Edson Augusto Souza, que o réu foi autor de homicídio qualificado e dos outros dois crimes. Somente duas testemunhas prestaram depoimentos perante os jurados: a mãe e avó da vítima e o capitão Marcelo Bastos Leão, policial militar do CIOP (Centro Integrado de Operações). Já o réu, ao ser interrogado, ficou em silêncio e limitou-se somente em responder sobre seus dados pessoais.
MARCELO LUTIER: CONDENADO
Ao sustentar a acusação, o representante do MPE (Ministério Público Estadual) destacou a versão apresentada pelo réu, que classificou como fantasiosa sobre uma suposta terceira pessoa que faria um programa com a jovem. Promotor de justiça narra aos jurados partes dos depoimentos prestados pelo réu à polícia e à Justiça, e as 'inconsistências' que observou na versão do acusado. Informações do processo dão conta que o crime ocorreu entre os dias 17 e 18 de setembro de 2005.

O técnico teve a prisão decretada desde 28 de outubro daquele ano, tendo recorrido em todas as instâncias da Justiça para responder ao processo em liberdade, mas, em nenhuma delas teve o pedido deferido. O caso foi desvendado após a quebra do sigilo telefônico e dos emails do acusado. A denúncia contra o técnico se baseou em laudos de exame necroscópico, de levantamento de local de crime com cadáver, e de identificação biológica por análise de DNA, apontaram Marcelo Sampaio como autor de homicídio qualificado, tortura e ocultação de cadáver.

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