PRESA DUPLA DE TRAFICANTES DE DROGAS EM CURRALINHO
As Polícias Civil e Militar prenderam um casal apontado como os responsáveis pelas principais "bocas" de venda de entorpecentes no município de Curralinho, situado no arquipélago do Marajó. Elder Brabo e Silva, 23 anos, de apelido "Aladim", e Rosivane Brito Ferreira, 32 anos, foram presos em flagrante, ontem à noite, após os policiais terem recebido denúncia anônima de que, na casa dos acusados, havia comércio de drogas.
Foi encontrado, com o casal, 18 "trouxas" de maconha embaladas em papel alumínio prontas para venda. Os policiais apreenderam ainda um telefone celular e R$ 180 da venda de entorpecentes.
| PRESOS E APREENSÕES |
A ação policial teve o comando da delegada Adriana Magno, que responde por Curralinho, com a participação da escrivã Márcia Uchôa, em conjunto com a guarnição comandada pelo sargento Mendes, do Destacamento do município. Elder Brado e Silva e a companheira confessaram, em depoimento, que são os proprietários da droga e que vendiam entorpecentes para ganhar a vida. Eles alegam que não têm emprego.
Para a delegada, "Aladim" alegou que recebia a droga por meio de transporte fluvial vindo de Belém.
Depois, junto com Rosivane, ele vendia o entorpecente a R$ 5 cada trouxa. O casal foi autuado por tráfico de drogas, crime capitulado nos artigos 33 e 35, da lei 11.343/2006 - tráfico de entorpecentes e associação para o tráfico. O flagrante já foi comunicado à Comarca Judiciária que decretou a prisão preventiva dos acusados. Os dois estão recolhidos à disposição do Poder Judiciário em uma das unidades do Sistema Penitenciário do Pará.
A delegada ressalta que as ações de combate ao tráfico de drogas no município serão constantes e as investigações continuam na região em atendimento às determinações da Diretoria de Polícia do Interior (DPI) e da Superintendência da Região das Ilhas, cujo diretor é o delegado Jarson Joel Silva, à qual a Delegacia de Curralinho está vinculada. A delegada Adriana Magno ressalta a importância da colaboração da população, através de denúncias anônimas, na região. "Isso é essencial e demonstra a confiança da população ao trabalho policial", explica.
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