PARAENSE É OUVIDA SOBRE TENTATIVA DE FRAUDE EM VESTIBULAR EM BELÉM

Uma das pessoas acusadas de contratar estudantes para fraudar a prova do vestibular do Centro Universitário do Pará (Cesupa), no domingo passado, foi ouvida em depoimento nesta quinta-feira, dia 17, pelo delegado Rogério Morais, na Divisão de Investigações e Operações Especiais (Dioe), na capital do Estado. Paraense, Priscilla Porto Chagas é fisioterapeuta e reside em Marabá, sudeste do Pará. 
PRISCILLA CHAGAS
Ela é apontada com a pessoa que contratou a estudante paulista Débora Marques Gonçalves para fazer a prova em seu lugar com documentos falsos. Priscilla é a única pessoa nascido no Pará acusada de contratar os falsos candidatos. Débora foi uma das oito pessoas presas no domingo passado em um esquema de fraude que envolveu estudantes das cidades de Goiânia, capital de Goiás; da capital de São Paulo e de Palmas no Tocantins. Três dias depois, eles receberam alvará de soltura expedido pela Justiça Estadual mediante pagamento de fiança. 

Ao delegado, Priscilla Chagas alegou ter sido abordada por uma mulher, na capital do Estado de São Paulo. Segundo ela, a mulher teria se oferecido para fazer a prova do vestibular da faculdade no curso de Medicina no lugar dela pelo valor de R$ 20 mil. O valor apenas seria pago por Priscilla em caso de aprovação no vestibular. As investigações prosseguem. Ao todo, seis pessoas foram identificadas pelo Cesupa como as pessoas que seriam beneficiadas no golpe. Todas tiveram as inscrições no vestibular e estão indiciadas para responder pelos crimes de formação de quadrilha, falsidade ideológica, uso de documento público falso e falsa identidade.

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