CRIME BRUTAL: PRESO AUTOR DA MORTE DE TENENTE REFORMADO DO EXÉRCITO

Quatro anos após matar e esconder o corpo do tenente reformado do Exército Esaú Barros da Costa, de 59 anos, crime ocorrido na comunidade de Cafezal, distrito do município de Magalhães Barata, distante 170 km de Belém, Cícero Martins Pompeu, foi preso. O crime aconteceu na noite do dia 31 de maio de 2008 e, segundo o inquérito policial, chovia bastante na vila de Cafezal quando “Cícero” teria adentrado no imóvel e surpreendido o oficial do Exército, que foi morto e teve o corpo ocultado no mangue. Somente agora com a prisão de Cícero será possível encontrar os restos mortais de Esaú Barros da Costa. 

Divisão de homicídios prende assassino de militar (Foto: )
PRESO
O tenente Costa, como era conhecido na comunidade de Cafezal, morava há 20 anos no local, onde viveu com uma mulher que falecera há quatro anos e desde então se ocupava na criação de gado, vivendo do dinheiro mensal que recebia do Exército, e isto teria levantado a cobiça de Cícero. O crime, na época, foi registrado na delegacia de Polícia Civil de Magalhães Barata por enteados do militar, que tinha uma pendência na Justiça envolvendo herança e bens e que estavam sendo questionados através de ações judiciais. A delegada da Polícia Civil Cláudia Hiwatashi, na época, realizou investigações e fez alguns direcionamentos como para uma filha de criação do oficial, que, ao completar 21 anos, teria perdido a pensão que recebia, tanto que dois dias antes do crime a filha e o marido, acompanhados de um advogado, estiveram no distrito de Cafezal para conversar sobre a retirada de pensão. 

Na noite do crime, o empregado do tenente Costa, o vaqueiro Manuel Alves da Luz, trabalhou até as 19 horas de sábado e, como no domingo o tenente Costa não foi recolher o gado, ele resolveu ir atrás do patrão, encontrando apenas o carro, uma D-20 cabine simples, na garagem, como de costume. O militar tinha deixado para trás misteriosamente duas casas, uma lanchonete, um carro, um sítio e uma fazenda com 27 cabeças de gado de alto valor comercial e, segundo os vizinhos que fizeram manifestações na época, o militar não tinha o costume de se ausentar por mais de um dia da vila, onde era bastante estimado. Segundo o delegado Gilvandro Furtado, da Divisão de Homicídios, o caso foi encaminhado a esta especializada e os investigadores, sob o comando do policial civil Domingos, conseguiram informações importantes, inclusive o relato de um detento que esteve preso em Castanhal com Cícero Martins Pompeu, que usava mais cinco nomes, de que ele teria matado um militar em Cafezal. Fonte: DOL.

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