PRESOS ENVOLVIDOS NA MORTE DO INVESTIGADOR LÚCIO BARROS

Já estão presos dois envolvidos na morte do investigador da Polícia Civil Lúcio Barros. Um terceiro envolvido no crime morreu após resistir à prisão e atirar contra policiais civis e militares. A arma do policial civil, uma pistola calibre .40, foi recuperada em poder do homem que morreu. A arma chegou a ser usada pelo criminoso contra os policiais. Uma mulher, que dava proteção aos envolvidos no crime, foi presa em flagrante com um revólver calibre 38 e 45 "petecas" de cocaína. Outros dois envolvidos no crime estão sendo procurados. As investigações, cujo inquérito é presidido pelo delegado Lenoir Cunha, da Divisão de Homicídios, foram rápidas e resultaram na célere localização dos bandidos, ainda na noite de ontem, após o policial civil ser baleado e morrer. 

Walrimar Santos
LUIZ FERNANDO
Walrimar Santos
YURI DA SILVA
Walrimar Santos
MARILYN MARTINS
Na fuga, os bandidos levaram a pistola da vítima. Com 12 anos de Polícia Civil, o investigador Lúcio Barros tinha 39 anos e iria, no próximo domingo, formar-se no curso de Direito. Ele foi baleado após perceber um assalto que ocorria em um comércio, situado ao lado de sua casa, na rua Curuçá, bairro do Umarizal, em Belém. Ao todo, conforme o delegado Lenoir Cunha, quatro bandidos participaram do crime. A vítima ainda chegou a ser levada ao Hospital Saúde da Mulher, onde passou por cirurgia, mas não resistiu. De imediato, diversas unidades das Polícias Civil e Militar, como Divisão de Homicídios, Seccional Urbana da Pedreira e Divisão de Repressão a Furtos e Roubos, saíram em perseguição aos bandidos. 

Walrimar Santos
APREENSÕES
O primeiro a ser preso foi Yuri José Araújo da Silva, 19 anos, de apelido "De Menor", na rua Coronel Luiz Bentes, no Telégrafo. Interrogado, ele confessou a participação no crime e informou os nomes dos comparsas. Os policiais saíram em busca da quadrilha e encontraram, inicialmente, Ney Mark de Souza Queiroz, de apelido "Nei Capacete", que foi localizado pelos policiais na rua Secundária, próximo à Avenida Almirante Wandenkolk. Ele atirou contra os policiais, que reagiram e balearam o acusado, que morreu no local. Com ele, a arma do policial civil foi recuperada. 

Depois, na Passagem Lava Pés, no bairro do Telégrafo, foi localizado outro envolvido no crime, Luiz Fernando Nascimento de Alcântara, que foi preso junto com a companheira, Marilyn Acioli Martins. No local, foi apreendida a droga. Com Luiz Fernando, a arma com munição foi encontrada. Outros dois envolvidos no crime são conhecidos como "Abóbora" e "Mau", que ainda não foram localizados. As investigações prosseguem.

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