DESARTICULADA QUADRILHA DE ASSALTANTES COM ATUAÇÃO EM MARABÁ

A Superintendência Regional do Sudeste do Pará desarticulou em Marabá, sudeste do Pará, uma quadrilha de assaltantes. As prisões resultaram de investigações policiais sobra a atuação do bando que age diariamente na cidade e em municípios próximos. Comandada por Luciano Lécio Rodrigues da Silva, o grupo criminoso é responsável por ações criminosas como tentativa de sequestro, posse e porte ilegais de armas de fogo, além de homicídio, dentre outros crimes. As investigações, coordenadas pelo delegado Alberto Teixeira, mostraram, no transcorrer das investigações, que Luciano se passava por policial militar para realizar assaltos com roupas da PM.
QUADRILHA E APREENSÕES
QUADRILHA E APREENSÕES
No último dia 23, por volta de 17h30, a equipe de policiais civis da Superintendência Regional tomou conhecimento de que Luciano e comparsas iriam realizar um assalto no bairro de São Félix, em Marabá. Os policiais foram ao local, mas, em princípio, não localizaram os bandidos. Depois, os agentes foram a uma casa situada na Folha 16, quadra 04, lote 1, que serviria de base para a quadrilha. No endereço, os policiais constataram que o veículo usado pelo bando, Gol, de placa JUS-0511, estava em frente ao imóvel. Os policiais, então, realizaram a abordagem no local e, no interior da casa, prenderam Luciano e os comparsas José Diomar Pinto de Souza (ex-presidiário) e João Batista Bezerra Pereira, foragido do Centro de Recuperação Agrícola Mariano Antunes. Com eles, dois revólveres calibre 38, ambos com cinco projeteis, e duas pedras de crack, foram apreendidos. Em outra casa, de propriedade de Rosalina Vieira dos Santos, conhecida por “Rosa”, os agentes apreenderam munições de Fuzil; e de pistolas calibres .40 e .380; além de fardamento da PM, uma máscara do tipo brucutu, um coldre e um colete balístico.

DETALHE DAS APREENSÕES
DETALHE DAS APREENSÕES
ROUPA CAMUFLADA
ROUPA CAMUFLADA
Além de Rosalina, foram presas Maria José da Silva Conceição e Beatriz Carvalho da Silva, junto com o policial militar Israel Gomes de Farias. Este portava uma pistola calibre .380 com munição. Segundo as investigações, o policial militar fazia parte do bando e era responsável em dar apoio logístico ao grupo por meio do fornecimento de armas, munição e motocicleta nas ações criminosas. Na casa do policial, foram apreendidos um revólver calibre .38, com numeração raspada, com quatro projeteis de mesmo calibre; bem como nove projeteis de calibres .40; .380 e .30; duas calças e uma gandola camufladas que eram usados pelo bando durante assaltos. Todos permanecem presos à disposição da Justiça.

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